Desde o momento em que o coroinha Lane pousou os olhos em Tyga em seu quarto compartilhado no dormitório, ele sabia que precisava tê-lo. Virando-se timidamente para a cama para trocar de roupa, Tyga claramente não estava acostumado a ter um colega de quarto—e essa inocência só o tornava mais irresistível aos olhos de Lane. A visão era perfeita: uma bunda pálida e rosada como um pêssego, esperando para ser aberta. Lane nem precisava ver o buraquinho rosado e apertado do garoto menor para imaginar como seria bom abri-lo com seu pau grosso.
Como a maioria dos garotos gays de St. Peter's, Lane havia perdido a virgindade no confessionário no momento em que admitiu sua atração por homens. Ele rapidamente aprendeu a adorar ser fodido—mas aprendeu muito mais do que isso. Ele prestou muita atenção em cada investida, em cada técnica, estudando como foder como um verdadeiro ativo. E Lane tinha certeza de que Deus o havia criado para dominar. Então Tyga se mudou para o seu quarto. Tão fofo. Tão doce. Tão pronto para ser tomado.
Tyga havia entregado sua virgindade ao Padre Snow na sacristia. A experiência o deixou confuso, mas seu jovem corpo foi despertado. A memória dos braços fortes do padre ao redor dele, aquela barba áspera contra seu pescoço, persistia. Seu burinho apertado contraía e pulsava ao pensar em ser preenchido novamente, em outro pau duro bombeando-o cheio de porra. Tyga começou a notar os homens ao seu redor—especialmente seu atraente colega de quarto. Lane sentiu a mudança e fez seu movimento.
Conquistar seu inocente colega de quarto se mostrou tão satisfatório quanto Lane havia fantasiado. Ele se tornou o amante de Tyga, possuindo aquela bundinha perfeita noite após noite. Mas logo, foder secretamente atrás das portas fechadas do quarto do dormitório não era suficiente—Lane queria algo mais.