Lane se esparramava aos pés da cama, sua cueca protuberante esticada contra sua excitação, camisa aberta expondo um torso esculpido e aquele rastro provocante de pelos descendo do umbigo—convidando mãos a traçar mais para baixo e desvendar mais.
Deixei meu livro de lado e me aproximei mais do garanhão ousado, meu corpo mais esguio parecendo anão ao lado de sua presença dominante. Ele guiou minha mão trêmula para seu pau grosso e latejante, um suspiro suave escapou de mim enquanto meus dedos se enrolavam ao redor do eixo rígido do top bem dotado.
Um sorriso se espalhou pelos meus lábios quando Lane me ordenou para ficar parado, a cabeça inchada de seu pau enorme pressionando insistentemente contra meu buraco apertado. Ele empurrou para frente, e eu gemi descontroladamente, saboreando como ele me esticava e preenchia aquele vazio dolorido dentro de mim—aquele que eu nunca percebi que implorava para ser reivindicado pelo pau de um homem de verdade.