Não fazia ideia do que esperar enquanto aguardava meu primeiro cliente, uma mistura de antecipação e terror correndo por mim. Isso não era mais apenas uma fantasia; era real, e eu estava comprometido em levar até o fim. Não sabia nada sobre o homem que eu ia encontrar – nem mesmo o nome dele. Tudo o que tinha era um endereço e instruções para cumprir seus pedidos.
Chegando ao endereço, não havia ninguém lá. Incerto do que fazer, sentei-me em um banco próximo, o peso da minha decisão assentando-se pesadamente em mim. Os minutos se estenderam como uma eternidade enquanto eu lidava com a realidade da minha situação.
De repente, um padre entrou na sala. Nunca em meus sonhos mais loucos imaginei esse cenário. Devo estar no lugar errado, pensei. Não sou religioso, e a ideia de um padre, que supostamente é celibatário, parecia impossível. Levantei-me, pronto para ir embora, mas ele revelou que me havia mandado chamar.
Pela primeira vez, olhei para ele de verdade. Ele era incrivelmente bonito, um dos homens mais atraentes que já vi. Seus olhos continham uma profundidade de desejo que me deixou sem palavras. Consegui sussurrar: «Estou aqui para cuidar de você», e sua expressão satisfeita confirmou sua aprovação.
Antes que eu percebesse, estava de joelhos, cara a cara com o maior pau não circuncidado que já vi. Como americano, paus não circuncidados eram desconhecidos para mim, mas este era hipnotizante. Tomei-o na boca, e ele me guiou, com a mão na nuca, rosnando «Bom menino» enquanto eu engasgava com seu tamanho.
Naquele momento, agradá-lo se tornou meu único propósito. Os próximos trinta minutos foram um borrão de sensações intensas e desejo avassalador. Senti cada centímetro dele enquanto ele me penetrava, suas palavras de elogio me levando ao limite. Eu me desfiz, meu próprio gozo derramando-se sobre meu punho, seguido pelo dele, cobrindo-me completamente.
Enquanto ele me beijava, não pude deixar de esperar por outro encontro. Eu faria qualquer coisa para experimentar aquela conexão novamente.