Peguei meu irmão postiço no flagra, desfilando na sala com minha camiseta justa e shorts como se fossem dele. Ele achou que podia pegar emprestado sem pedir, mas eu não divido—a menos que seja nos meus termos. Eu o prendi e o despi completamente, tirando cada peça até ele ficar só na minha cueca. Até essa era minha, abraçando o volume dele direitinho. Ao puxá-la, revelou seu pau grosso e latejante, e caralho, a raiva sumiu rápido. Vê-lo nu assim? Isso acendeu algo quente. Agora, se ele está invadindo minha gaveta de roupas íntimas, é justo eu pegar o que é dele—começando com um gole fundo nesse pau duro, depois dobrando ele para explorar seu cuzinho apertado. Irmãos postiços têm que se unir, né?
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