O meu melhor amigo arranjou uma namorada nova e de repente estou de lado—sem tempo para os nossos passeios habituais. Sinto-me totalmente deprimido, encolhi-me num forte de mantas para fugir à tristeza, mas só piorou as coisas. Foi aí que o meu padrasto me descobriu, viu o meu mau humor e jurou animar-me à brava. Insistiu que eu não precisava de uma miúda para me divertir a sério, e caralho, ele sabia exatamente como provar—apontando como eu andei a espreitar o pau grosso e as bolas pesadas dele há uma data de tempo. Apanhado em flagrante e corado, não vi vir, mas a ideia maluca dele virou tudo ao contrário. Começámos a estar mais perto, a masturbar os nossos paus duros juntos, a explorar cada centímetro. E quando ele finalmente enfiou aquele caralho enorme fundo no meu cu virgem apertado? Porra, a adrenalina foi louca—êxtase puro que me fez gemer por mais. O padrasto tinha razão: não precisa de namorada quando tens este tipo de prazer cru e martelante mesmo em casa.