Minha mente rodopiava com desejos proibidos e impulsos pecaminosos constantes. Não conseguia me livrar da obsessão por foder, meu pau latejando implacavelmente ao redor da Irmandade. Mas no fundo, ansiava me juntar à Ordem—meu corpo gritava por isso, mesmo enquanto implorava pelo sabor de pau. Pensei que tinha que escolher, até que minha entrevista de dignidade com o Presidente da Missão mudou tudo. Ele viu meu turmoil interno e prometeu limpar minhas impurezas. Tirando minhas vestes sagradas, ordenou que eu me ajoelhasse diante dele, depois libertou seu pau grosso bem na minha cara. Rendi-me à tentação, saboreando aquele primeiro gosto ilícito. Ele exigiu que eu chupasse—quem era eu para desafiar a autoridade do Presidente? Ele precisaria drenar meu gozo para me purificar de verdade? Nada me impedia de descobrir a verdade nesta intensa cena de tentação gay mórmon.