Na véspera de Ano Novo, fiquei acordado a noite toda esperando meu padrasto chegar em casa, mas ele só chegou com a luz da manhã. A decepção me atingiu forte—achei que a festa tinha acabado. Eu não sabia que meu padrasto tinha uma surpresa quente reservada. Ele me fez tirar a calça e vestir uma calcinha vermelha fresca, sussurrando que começar o ano com essa cor ousada atrairia amor e paixão como um ímã. A superstição funcionou mais rápido do que imaginei: no momento em que o tecido abraçou minha pele, as mãos dele estavam por todo lado em mim, provocando meu pau endurecendo com toques urgentes. Que maneira selvagem de dar as boas-vindas à nova era—cair de joelhos para provar seu pau grosso, saboreando cada centímetro enquanto a excitação crescia. Ele me dobrou sobre o sofá da sala, metendo sem parar até que ambos estivéssemos exaustos, nossos paus drenados e corpos brilhando. Esse encontro tabu entre padrasto e filho prometia o ano mais quente, cheio de desejo proibido e paixão gay crua.
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